Versão para impressão Diminuir tamanho das letras Voltar Página inicial Aumentar tamanho das letras


Saiu na Imprensa

  04/10/2017   

Arrecadação estadual cresce 6,4% no ano

Governo, no entanto, planeja aumentar mais o controle de gastos para manter equilíbrio fiscal do Estado em todo o ano
 
Embora afirme que os eventuais efeitos de uma recuperação econômica no País ainda não estejam impactando na arrecadação do Estado, o secretário da Fazenda, Mauro Benevides Filho, diz que a expectativa do governo é fechar o ano com um crescimento em torno de 6% na receita tributária. No segundo quadrimestre deste ano, a arrecadação
somou R$ 4,56 bilhões, sendo R$ 3,7 bilhões referentes a ICMS, com crescimento de 6,20%, R$ 220,4 milhões de IPVA, alta de 16,74%, e R$ 633,6 milhões de outras receitas tributárias, alta de 2,12%.
 
No ano, o fisco estadual registrou uma receita tributária de R$ 9,0 bilhões, volume 6,46% superior ao acumulado de janeiro a agosto de 2016. "Tenho ouvido muito falar em recuperação econômica, mas não sinto isso refletido em acréscimo de receita nem no Estado nem no País", disse o secretário durante a apresentação das metas fiscais
do 2º quadrimestre de 2017, em audiência pública na Assembleia Legislativa. "Acredito que, no ano, a gente deve ter um crescimento nominal em torno de 6% na arrecadação, o que para uma inflação de 3% já é comparativamente com outros estados um bom número".
 
Segundo Mauro Filho, porém, no terceiro quadrimestre o governo terá uma diminuição na receita de aproximadamente R$ 1,1 bilhão, na comparação com os quadrimestres anteriores, referente a recursos de repatriação, de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis (ITCD) e de depósitos judiciais. "O que nos preocupa é que, daqui para dezembro, nós não teremos as receitas não recorrentes. Então, o Estado terá uma obrigação de controle muito forte para não ficar na mesma situação de 23 estados brasileiros que, ou não estão investindo, ou não estão pagando fornecedores, ou estão atrasando pagamento".
 
Para Mauro Filho, o desequilíbrio nas finanças estaduais poderá comprometer os investimentos privados no Ceará. "A capacidade do Estado honrar contratos diante da sua situação fiscal tem servido de alicerce para decisões do setor privado na retomada dos investimentos", disse. "Hoje, todos os indicadores, seja de resultado primário, seja de resultado nominal, seja de gasto de pessoal, o Estado está devidamente enquadrado".
 
 
Fonte: Diário do Nordeste - Negócios
Link: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/arrecadacao-estadual-cresce-6-4-no-ano-1.1830189
Última atualização: 04/10/2017 às 10:17:46
Versão para impressão Diminuir tamanho das letras Voltar Página inicial Aumentar tamanho das letras

Comente

Comentários

Seja o primeiro a comentar. Basta clicar no botão acima.

Rua Agapito dos Santos, 300 - Centro
Fortaleza/Ce | CEP 60010250

www.igenio.com.br